ASSOCIAÇÃO TIMORENSE – AT

QUEM SOMOS ou O QUE FAZEMOS?

 

 

Pontos

1. Criação da AT e Coincidências

2.1 – Coincidências de Projectos de Formação

2-2 – Coincidências Políticas

2.3 – Coincidências Organizativas

2.4 – Coincidências de Visões, Vontades e Projectos de Vida

2.4.1 – Esperanças e Desafios

2.4.2 – Fundãdores

2.4.3 -Continuadores

1. A AT NASCEU de múltiplas coincidências, que variam consoante cada fundador e cada sócio: coincidências de pessoas, projectos de vida, ideais, sonhos …; coincidências de conjunturas sociais, culturais, políticas… Os termos estatutários não representam senão as condições formais do seu registo de nascimento e alguns dos vectores comuns: um espaço de DIÁLOGO e de FORMAÇÃO DE QUADROS TIMORENSES – INTERIOR E DIÁSPORA. A AT tem, assim, muitos progenitores, muitos pais e mães. Vai fazer bodas de prata no a 05 de Setembro de 2010. Ao longo deste quarto de século, alguns continuaram, outros abandonaram, de outros guardamos feliz memória. Alguns que eram pais, hoje são avós. Alguns que eram crianças e jovens, hoje são pais. Alguns que eram estudantes, hoje estão graduados, posgraduados e profissionais, no INTERIOR e na DIÁSPORA (Portugal, Austrália, Macau…). Cada um realizou os seus ideias e sonhos, seu projecto de vida, por mérito próprio. Na realidade, a AT não representa senão um espaço onde cada um partilha com os outros as suas conquistas, suas dificuldades e coragem para as vencer: um espaço físico e moral, que é por definição e por excelência espaço de DIÁLOGO e de FORMAÇÃO.. As novas tecnologias, que em 1985 eram inexistentes ou apenas imagináveis, ou nem isto, vêm hoje tornar este espaço mais facilitador e promissor.

1.1 – Consideramos FUNDADORES não apenas aqueles que assinaram o registo notarial mas, igualmente, todos aqueles que constam da nossa lista entre 1983/84 (quando foi lançada a ideia) e 1985/88 (fase de integração da AT), listas parte manuscritas e parte escritas à máquina. Consideramos CONTINUADORES todos aqueles aderiram de então em diante, enquanto houver alguém que acredite no DIÁLOGO e na FORMAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS com sendo elementos constituintes da génese e desenvolvimento de uma NAÇÃO, a NAÇÃO TIMORENSE.

1.2 – Ao apresentarmos, hoje, a lista dos FUNDADORES e CONTINUADORES, queremos aproveitar para solicitar a cada um e a todos que, assim como vamos fazer a seguir (Ponto 2.), deixem escrito neste espaço as múltiplas coincidências, pessoais ou grupais, que constituíram a motivação última da sua adesão à AT. Cremos que tal comunicação de motivações de adesão contribuirá não apenas para demarcar a posição pessoal como também para enriquecer e tornar mais compreensível as posições da AT no contexto nacional e internacional. Se, por qualquer motivo, algum colega não concordar com a publicação da sua identificação, agradecíamos comunicar para a retirarmos de imediato.2. Na nossa decisão pessoal, como de todos aqueles que connosco se identificam por afinidades ou empatias, há um conjunto de coincidências que estão tanto na génese como na determinação em manter viva, operante e interveniente, ao longo destes 24 anos e no futuro, a Associação Timorense. São coincidências algumas fortuitas ou ocasionais, mas outras estruturais ou estruturantes. E são precisamente estas últimas aquelas que constituem a razão de ser desta ex-sistência (vitalidade) da AT.2.1 – Coincidências de projectos de formação

Chegava eu, em Setembro de 1983, de Roma, Itália, onde passei dez anos a estudar e a trabalhar para sobreviver e vinha com experiências de “diálogo ecuménico/interconfessional, diálogo intercultural, diálogo interpessoal e intergrupal”. Tive, então, a feliz sorte/coincidência de encontrar uma geração de Quadros Timorenses, formados e formandos, que, com visíveis afinidades, sentiam, pensavam e pretendiam intervir no processo de definição internacional do estatuto social e político, interno e internacional, do nosso Povo, Timorense. Alguns tinham vindo antes para Portugal e outros fizeram parte do primeiro grupo de QADROS TIMORENSES formados, por um lado, graças ao projecto da FUNDAÇÃO BISPO MEDEIROS e, por outro, na sequência da abertura da política educativa ultramarina portuguesa. Fiz parte da visão “profética” de D. José Joaquim Ribeiro, de feliz memória, que afirmava nos finais 69 e princípios de 70: “Dentro de 10 Anos irá haver uma grande reviravolta em Timor. Portanto, é urgente a formação de quadros timorenses da Igreja e da sociedade civil”. Como se vê, houve aqui uma coincidência natural e/ou provocada de projectos de formação de recursos humanos entre a Igreja e o Estado Português.

2.1.1 – Nesta geração de Quadros Timorenses, alguns eram dissidentes dos partidos políticos históricos timorenses de 1974/75. Outros eram independentes, mantendo-se distanciados de compromissos politicopartidários, mas identificados com a nossa causa e decididos a encontrar espaços diferenciados e/ou alternativos de intervenção. Estes consideravam que a partidarização do processo de autodeterminação e independência nacional dificilmente conquistgaria o apoio da comunidade internacional, sendo, consequentemente, imprescindível e urgente a despartidarização do processo e a constituição de uma plataforma suprapartidária e englobante.

2.2 – Coincidências políticas

Se em 1975, a Resolução 3485(XXX), relativa à nossa questão nacional, adoptada pela Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), na sua sessão 2439, de 12 de Dezembro de 1975, 70 votaram a favor, 10 contra e 43 abstenções; se na Resolução 384 (1975) do Conselho de Segurança da ONU, de 22 de Dezembro de 1975, a votação foi unanimamente a favor; se a Resolução 389 (1976), do Conselho de Segurança da ONU, em 22 de Abril de 1976, foi adoptada com 12 votos contra e duas abstenções (Fonte: “DÉCOLONISATION”, Publication du Departemente des affaires politiques de la tutelle e de la décolonisation de l’Organisation des Nations unies, nº 7, Aout, 1976): Em 1985, dez anos depois, este quadro internacionalmente favorável aos nossos direitos sofria grandes desgastes e entrava numa fase crítica e preocupantemente descendente, a caminho do impasse. Seria importante as votações referentes a esta quadra de 1983/85 e, havendo alguésm com estes dados, agradecíamos a sua inclusão aqui.

2.2.1 – Por coincidência a AT nasceu nesta primeira metade de década de 80. Na intenção de alguns fundadores e nas expectativas de alguns simpatizantes era visível a vontade da criação de referida plataforma representativa dos interesse do nosso Povo, timorense. O facto é que, numa última reunião de sócios e simpatizantes da AT, na residência de um dos fundadores, em Queluz de Baixo, chegou-se à conclusão de que não era possível a constituição de um tal grupo que assumisse o risco da aventura de ter que enfrentar os partidos políticos timorenses históricos, contando com uma posição ambígua ou não visível de Portugal (tendo presente as figuras políticas já conhecidas que consideravam impossível … a independência de Timor L.), enfrentado a poderosa Indonésia e seus aliados, sem poder contar muito com uma maior parte europeia indiferente aos anseios do nosso Povo, etc.

2.2.2 – Apesar disto, confidência ou não, em 1988, Xanana Gusmão criava O Conselho Nacional da Resistência Maubere (CNRM). “É a organização suprema, representativa de todo o povo de Timor-Leste. Engloba o Comandante das FALINTIL, o Secretário da Comissão Directiva da FRETILIN e o Secretário Executivo do CNRM para a frente clandestina, a qual abrange um largo número de grupos secretos que operam nas cidades e na vilas ocupadas. O CNRM é uma estrutura não partidária e não ideológica, criada em 1988 pelo líder da Resistência Xanana Gusmão. Equivale a um governo de coligação, abrangendo todos os partidos políticos de Timor-Leste e organizações que lutam pela autodeterminação e independência. (…)”. (Ramos Horta. http://www.citi.pt/cultura/política/ramos_horta/cnrm.html. 20-04-2009).

2.2.3 – Coincidência ou não, a malograda plataforma de 1986 ou 87 (Ponto 2.2.1-) só se viria a constituir treze anos depois, com a emergência do Conselho Nacional da Resistência Timorense (CNRT), constituído graças à Convenção Nacional de Peniche, 23 a 27 de Abril de 1998. Mas, saliente-se, a AT não nasceu para constituir uma força propriamente política. Nasceu, sim, para criar condições indispensáveis para que as forças políticas pudessem cumprir a sua missão: o DIÁLOGO e a FORMAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS. Na verdade, sem estas duas condições, entre outras, dificilmente, para não dizer impossível, se tornaria obter o apoio da comunidade internacional.

2.2.4 – Coincidência ou não, a AT entrou a fazer parte do CNRT, contribuindo para conduzir o processo de autodeterminação e independência até à prematura dissolução desta plataforma englobante, após o Congresso previsto na Convenção de Peniche realizado em Dili, entre 21 e 30 de Agosto de 2000.

2.2.5 – Coincidências, sim, com alguns pontos dos memorandos registados por quatro figuras que marcaram a Introdução da Visão do Plano Nacional de Desenvolvimento:

2.2.5.1 – Xanana Gusmão: “Over the past twenty–five ears, independence has been our dream for the future. Bust raising our flag will not mean that malaria will suddenly disappear, or that domestic violence will suddenly end, or that all we have enough food, education, electricity, roads, or jobs. We dreamed of independence, but now we dream of development and of being a developed nation”.

2.2.5.2 – Sérgio Vieira de Melo: “The national development planning process is a testament that East Timorese society can meet the challenges of a modern democratic state. I am confident that this exercise will show how all elements of society can plan effectively for the next few years and adequately reflects the aspiration of all the people of East Timor”.

2.2.5.3 – Mari Alkatiri: “The National Development Plan will set the direction for the development of our country and become a tool for All Timorese.

The correct implementation of this Development Plan will repay the debt that we ALL have with those who gave their lives by preparing a better future for the coming generation”.

2.2.5.4 – D. Ximenes Belo: “Working for the common good of every East Timorese and for East Timor as a nation means new structure, new vision and new processes whereby a fractured society can be reconstructed as truthful and just”.

2.2.5.5 – D. Basílio do Nascimento: “To rebuild a new nation is a big challenge for us. There are already many vices. I hope that we will learn from the mistakes of others, and this requires intelligence, international support and humility on our part. From now on everything will depend on the institutions that we are able do create”.

2.3 – Coincidências organizativas 

Em termo de organizações da sociedade civil timorense, houve, sim, muitas coincidências, sendo algumas pacíficas e colaborantes e outra conflituosas e antagónicas. Pululavam em Portugal organizações timorenses, que, pouco tempo após a sua legalização, ou não, entravam numa fase de paralisia ou de desaparecimento. Na intenção dos fundadores, a AT não pretendia senão encontrar uma forma de maior e melhor coordenação entre as associações existentes, evitando criar outras como meras duplicações reais de objectivos. Pretendia-se que, tal como em relação aos partidos políticos timorenses, se constituísse uma plataforma onde se operasse a distribuição de actividades próprias da natureza e objectivos estatutários de cada uma das associações.

2.4– Coincidências de visões (filosofia de vida), vontades e projectos de vida 

Aquilo que caracteriza e caracteriza a AT é esta unidade na diferença. Cada participante é o que é, o que pensa e como age, mas há um vector comum de acção: “PARTICIPAR NA CONSTRUÇÃO DA HISTÓRIA NACIONAL”.

2.4.1 – É perante o desafio deste vector comum que, por um lado, vimos propor um renovado envolvimento de todos aqueles que, a partir de 1983/85, deram origem ao NASCIMENTO da ASSOCIAÇÃO TIMORENSE – AT – e, ao mesmo tempo, queremos congratular-nos com a nova geração de Quadros Timorenses que assumem como seu o repto do DIÁLOGO e de FORMAÇÃO DE QUADROS TIMORENSES – INTERIOR E DIÁSPORA.

2.4.2 – Os FUNDADORES são tanto aqueles que assinaram o registo notarial da AT como todos aqueles que temos na nossa lista:

2.4.2.1 – Pela ordem da assinatura notarial: Alberto de Araújo, Prof.; Ana Pereira Guterres de Andrade, Engª; Filomeno Tilman de Andrade, Engº; Maria dos Anjos Pinto Marques da Costa, Dna.; Evangelino Gonzaga de Fátima Amaral, Engº; Filomena de Assunção Fátima Urbano Saldanha, Dna.; Maria Rosa Joaquim, Médica; P. Luís António Sarmento da Costa; Isabel Fátima da Silva Saldanha, Dna. ; Bernardino Doloroso, Prof.; Francisca Maria de Araújo Mesquita de Andrade, Dna.; Raúl Maria da Cunha Mousaco, Engº; José António da Costa Belo, Jurista; Tomás Lemos de Jesus, Engº.

2.4.2.2 – Pela ordem constante da lista de 1983/87: Cláudio Ximenes, Juíz; Pedro Barros, Engº; António C.O. Ribeiro, Engº; José Luís Barreto, Engº; Simão Barreto, Maestro; Francisco da Costa, Cap.; Benjamim Cardoso 1º Sarg.; Câncio Noronha, Sr.: Carlos de Sá, Cap.; Elias Aniceto, Sr.; Fernando Sylvan, Prof. Dr; Fernando Antunes, Sr.; Jacob Xavier, Dr.; Carlos Jerónimo Henriques Jerónimo, Enf.; Cornélio Vianey da Cruz, Maestro; Salvador Saldanha, ___Sarg.; Manuel Afonso de Jesus, 1º Sarg.; António Pité, Engº; Constâncio Gusmão, Sac.; Ildefonso Xavier, Sac.; D. Martinho da Costa Lopes, Mons.; Apolinário Guerres, Sac.; Rui Cynati, Engº; Waaldomar ª Almeida, Sr.; Kong Sing, Médico; Carlito dos Santos, Sr.; João José dos Mártires Waldhomol, Médico; João Filomeno dos Santos, Engº; Carlos ª Rodrigues, Sr.; Aniceto Gago, Sr.; Pedro de C. Correia, Sr.; João C.F. Coelho, Sr.; Luísa Reis, Dra.; José Henriques Jerónimo, Dr.; José Martins, Sr.; Josefina Henriques Ximenes, Ass. Soc.; Julião Berek, Sr.; Justino Boloto, Engº; Justino Morato Yap, Engº; Luís Cardoso Noronha, Sr.; Madalena C. Araújo, Médica; Manuel Monteiro Graça, Prof.; Manuel Pires, Dr.; Manuel Ricardo Sorres, Sr.; Manuel Tilman, Advogado; Maria do Carmo Ferreira, Dna.; Moisés Amaral, Prof.; Olga Dione, Médica; Paulo Pires, Prof.; Policarpo Pina, Médico; Querubim dos Reis Amaral, Sr.; Teresa Cahaves, Profª; Urbano da Costa, Dr.; Valente Malik Araújo, Prof.; Venceslau dos Santos, Empresário com formação em Jornalismo e Direito; Vicente Guterres, Prof..

2.4.2.3 – Não figuram nesta lista aqueles que em entre 1983 e 87/88 eram crianças e jovens e que hoje são formados ou formandos – Licenciatura, Mestrado, Doutoramento, Especialização, encontrando-se alguns em Portugal, outros em Timor L. e Austrália.

2.4.3 Os CONTINUADORES 

Por ocasião do Encontro de Quadros Timorenses em Coimbra, a 14 de Março de 2009, com D. Carlos Filipe Ximenes Belo, Bispo Resignatário da Diocese de Dili e Prémio Nobel da Paz; Dr. José José Barreto Marins, Embaixador da RDTL junto à CPLP; Dr. Antonito de Araújo, Encarregado de Negócios da RDTL em Lisboa. Inscreveram-se entre os sócios da AT: Abílio Vicente, Técnico Electrónica e Telecomunicações, Eléctricas, Un. Coimbra; Adalfredo G. Da Silva Ximenes, Mestrado em Gestão Industrial. Fac. Engª de Coimbra; Alda Margarida de Moura Neves Ribeiro, Mestre em Ciências da Educação, Profª; Antonito de Araújo, Diplomata, presentemente Encarregado de Negócios da RDTL em Lisboa; Egído Hermenegildo M Casion, Formando em Direito, Un. Coimbra; Dália Suzana Pereira Mesquita, Formanda em Turismo, Lazer e Património, Un. Coimbra; Elisa da Costa, Formada em Informática, Un. Coimbra; Felix de Jesus, Formado em Ciências da Educação, Un. Coimbra; Fernando Mouzinho Gama, Formado em Matemática, Ensino, Prof.; Georgina dos Anjos Soares da Silva, Formando em técnicas de Prótese Dentária, Laboratório Unidental em Lisboa e Hospital de Penafiel, Porto; José Barreto Martins, Licenciatura em Filosofia, Teologia e Humanidades, actual Embaixador da RDTL junto à CPLP; Nazário Gonçaslves, Firmando em Arquitectura, Un. Coimbra ; José Nazário Guterres Faria, Mestrado Integrado em Engenharia Civil, Un. Coimbra; José Viegas da Costa, Licenciatura em Estudos Europeus FLUC, Un. Coimbra; Martinho Moniz, ESEC, Comunicação Soical, Un. Coimbra; Rosalino de Jesus do Rego, Formando em Design e Multimédia, Informática, Un. Coimbra; Sérgio de Oliveira dos Santos, Técnico Profissional, Construção Civil, Un. Coimbra; Virgínia M.C.G. Noronha, Formando em Direito; Zejuinha Pires, Formanda em Técnicas de Prótese Dentária, Laboratório Unidental em Lisboa e Hospital de Penafiel, Porto; Joana Raquel Ximenes Araújo, Formanda em Medicina, Fac. de Medicina de Lisboa, Campo Santana.

As nossas congratulações com a nova geração de Quadros Timorenses que, no Interior ou na Diáspora, vão contribuir para a CONSTRUÇÃO DA NAÇÃO. Teremos imensos desafios pela frente.

Lisboa, 21 de Abril de 2009-04-21
Alberto de Araújo

 

Sobre timordi

50-60 em Escola Salesiana de Lahane, Colégio de Maliana, Seminário de Nossa Senhora de Fátima em Dare, Dili, Timor L/L. 1960-1965 em Macau, Seminário de S. José. 1966-1973 em Same, zona Sul de Timor L/L. 1973-1983 em Roma, LIcenciatura em Filosofia e Curriculum de Doutoramento em Filosofia na Universidade Gregoriana. 1983 em Portugal, projecto de vida - Filosofia, professor, Curriculum de Mestrado em Filosofia, Fundação e Presidente da Associação Timorense (AT) entre 1983 e 1985 (criada com objectivo particular de Espaço de Diálogo e de Formação de Quadros Timorenses na Diáspora e no Interior - Sítio: wp.timor-diaspora.com/wp-login.php). Membro da Comissão Política do Conselho Nacional da Resistência Timorense (CNRT). Organiza e participa nos Encontros e Conferências de Vila Moura (Algarve, Portugal), Melbourne (Austrália) Darwin (Austrália). Lecciona Filosofia no Seminário Maior S. Pedro e S. Paulo em Fatumeta, Dili (Timor L/L) entre 2000 e 2002. Na sequência da dissolução do CNRT em 2002, opta por desenvolver actividades na Diáspora - Defende uma Política de Diáspora; cria Assoicaição Apoio à Diocese de Baucau (Sítio - http://aadb.home.sapo.pt); organiza a comemoração na Diáspora do 10º Aniversário da Independência de Timor L/L; coordena o Grupo COCC 2012 (Comissão Organizadora de Conferências e Congressos com início de actividades em 2011/2012. Com a COCC 2012 organiza o Primeiro Congresso de Sociedade Civil de Diáspora da CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa) e a Lusofonia.
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